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MENSAGEM DA LISTA CINEMA BRASIL:
Assunto: [CINEBRASIL] REUNIÃO COM LIDERANÇAS DO AUDIOVISUAL NA TV BRASIL
autor: Marcos Manhães Marins / email autor: marcos em cinemabrasil.org.br 
data: Segunda, Maio 18 22:48:10 BRT 2009 


CINEMABRASIL-Lista debatendo Tecnica,Linguagem, Mercado do Cinema Brasileiro ____________________________________________________________________________ SÓ DVD's E FITAS ORIGINAIS, fornecidas pelos produtores e /ou distribuidores BRAZILIANFILMS.com ! Distribuidora virtual dedicada a espalhar filmes brasileiros pelo Planeta Convênio com o CINEMABRASIL.org.br autorizado pelo CTAv/SAV/MinC(ex-Funarte) Distribui os filmes do CTAV e outros títulos. VISITE O SITE abaixo: NÃO DEIXE DE COMPRAR O LANÇAMENTO EM DVD DO LONGA "RAINHA DIABA" BRAZILIANFILMS.com ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ Ocorreu a segunda reunião com entidades e lideranças do audiovisual e a direção da TV BRASIL e a presidência da EBC. Algumas presenças se destacaram: Assunção Hernandes, Roberto Farias, Paulo Thiago, Sílvio Tendler, Wolney Oliveira, Fernando Dias, Tetê Moraes, Gustavo Accioly, Tetê Mattos, Henrique Leiner, Clélia Bessa, Sylvia Palma, Marta Machado, entre outros. Na mesa, Paulo Rufino, Tereza Cruvinel, Roberto Faustino (o recém- chegado superintendente de programação), e os responsáveis pela ACERP (Arnaldo ?) e pela REDE. O importante é que o saldo da reunião foi muito bom. A defensiva inicial em que se colocava a mesa, destaque para a Tereza Cruvinel, possivelmente achando que iríamos atacá-la, transformou-se em um bate-papo muito produtivo, e foi isso o que estávamos lá para fazer: ajudar a TV Brasil atual a se aproximar cada vez mais de uma TV pública. Tereza ficou se referindo a manifestos, mensagens e cartas que leu neste período após a saída de Leopoldo Nunes. Leu inclusive a Carta do CBC, onde um trecho a indignou, e que dizia que a TV Brasil teria de ter "total autonomia na utilização dos recursos", o que ela entendeu como uma sugestão para que não se cumprisse a Lei 8666, o que Assunção Hernandes e eu defendemos que era uma interpretação errada da carta do CBC. Assunção disse que há décadas produz com verbas públicas e presta contas de tudo e que certamente não foi isso o que o texto queria dizer. Na verdade o processo observado na primeira reunião se repetiu. E isso é sintomático, pois ambas foram convocadas após uma série de demissões de pessoas do cinema e matérias em jornais. Convocam com a expectativa de que serão atacados, e então descobrem que nosso objetivo é outro. O que quem está à frente da TV Brasil hoje não compreende (e o povo preferiu não tentar explicar) é que o setor audiovisual não está contra as pessoas que estão lá hoje, nem contra a forma como estão tentando herculeamente fazer o melhor que podem. Estamos contra algumas falhas de origem na Lei que criou e regula a TV Brasil, e esta precisa ser alterada. O conceito de TV Pública é que não está bem assimilado para todos. Ele precisa ser unificado. Para Tereza, por exemplo, a TV Brasil já é uma TV Pública, porque administra verbas públicas e procura agir de forma republicana na distribuição de oportunidades e recursos. Esta é a concepção que aceitamos quando falamos das "escolas públicas". Mas no Chile, por exemplo, há um exemplo de TV Pública (a TVN), onde quem dirige a empresa são efetivamente as diversas entidades da sociedade civil organizada. Para Tereza uma ONG não pode ter um canal de TV; seria bom pesquisar para ver se isso tem fundamento. Por que no Chile pode e aqui não poderia? Por que uma pessoa jurídica com fins lucrativos (empresa) pode e uma pessoa jurídica sem fins lucrativos (ONG) não? Ela comentou isso, mas a platéia da reunião (desta vez não mais uma mesa redonda, mas no formato palco e platéia) não alimentou o debate, pois queríamos mais contribuir para que a reunião municiasse as entidades com informações sobre o futuro imediato da TV Brasil que já existe e precisa funcionar como TV pública o quanto antes, e sem precisar esperar a necessária correção do texto da Lei que a regula. Um ganho da reunião foi Tereza concordar em convocar regularmente outras reuniões do gênero e não somente após crises. Eu tinha proposto isso na outra reunião, mas não levaram em consideração, agora percebem o quanto é importante trabalhar junto com o setor e a opinião pública. Relutaram em dar uma perspectiva, mas finalmente deram, e a informação é para ser disseminada: Esta ano planejam fazer 4 concursos/pitchings com o seguinte perfil aproximado (ainda estão estudando os editais definitivos): 1 - temática: Recursos Naturais gênero: documentário horário: 22h formato: série com 15 a 20 episódios de 26 minutos a preço de episódio igual ao de outros pitchings do mercado. 2 - temática: Juventude gênero: documentário horário: 19h formato: série de 36 episódios de 26 minutos, idem. 3 - temática, etc, por definir formato: série de 36 episódios de 26 minutos, idem. 4 - temática, etc, por definir formato: série de 36 episódios de 26 minutos, idem. A previsão para o primeiro edital é final de Maio, início de Junho. Além disso, irão colocar no site uma PORTA DE ENTRADA, pública para que quem queira oferecer filmes para LICENCIAMENTO, possa fazê-lo sem ser por meio de contatos especiais dentro da TV. O preço para licenciar filmes continuará a princípio no nível do que oferecem outras tvs. Obras da Paloma fora licenciados por 12 mil reais cada. Mas já houve filmes licenciados por 40 mil reais, para dar uma idéia da faixa. Infelizmente anunciaram (pela palavra de Roberto Faustino) a intenção de importar séries sobre juventude da Europa (BBC, Arté, etc) para suprir a carência "para ontem" deste tipo de programação, o que foi prontamente criticado por Sílvio Tendler, que lembrou a capacidade da TV Brasileira de produzir séries para jovens (vigilante Rodoviário, teatrinho Trol, etc.). Mas a mesa mostrou-se aberta a acelerar os pitchings (que não serão de ficção este ano, a princípio) para que esta necessidade possa ser suprida com produções independentes brasileiras o mais breve possível. Novamente houve longas explanações sobre o que a TV Brasil tem feito. 10 horas de programação semanal dedicada ao cinema nacional, etc. Bom, antes tinha o Cadernos de Cinema, que já era 2 h por semana, mais o Curta Brasil e reprise, 3 h por semana, mas o Curta Criança, mais o Doc-TV que já eram parte da programação da TVE, antes do surgimento da TV Brasil, se bem me lembro. Houve um acréscimo, e pode ser maior ainda. Roberto Farias foi aplaudido ao propor à Tereza Cruvinel que ela criasse um fundo para bancar produções brasileiras, co-produzir dando a garantia de exibição. Na realidade, este fundo já tinha sido anunciado na primeira reunião, só que não aconteceu. Era o PEF , Programa Especial de Fomento, cujos recursos viriam de uma espécie de FUNCINE criado para a TV BRASIL, com aval da ANCINE, recursos da Vale do Rio Doce e outras. Nesta reunião, Tereza disse que não é função da TV Pública fomentar produções, que isso é atribuição das leis de incentivo, mas anotou a sugestão de Roberto Farias que foi aplaudida pela platéia (afinal Tereza dá importância à opinião pública), e reavivou a idéia do PEF. Tereza também falou repetidamente de um corte sensivel no Orçamento da TV, que é de 350 milhões-ano, para 200 milhões este ano, e que ela tem estado empenhada junto ao Congresso Nacional e o Executivo para tentar reverter parte deste quadro de contingenciamento de verbas provocado pela crise financeira internacional e por mexidas no orçamento da União que tirou verba de universidades federais para colocar em projetos locais, por políticos mais interessados em votos do que preservar a coisa pública. Interessante é que destes 200 milhões garantidos, 75 milhões são custeio, 75 milhões são investimentos, 54 milhões para manter a folha da ACERP (legado de funcionários da antiga TVE), enfim, estão no vermelho. A previsão é que gaste-se este ano 6 milhões em jornalismo e 15 milhões com programação não jornalística. Mas pode ser mais, a depender do sucesso de Tereza na recuperação dos 150 milhões cortados. Para quem não sabia ou não lembrava, ela informou que o nome do Ouvidor da EBC é Laurindo Leal Filho, e que há mais três sub-ouvidorias. Nas rádios há um programa da Ouvidoria, onde o povo pode participar. Mas na TV ainda sera criado um. Ninguém reclamou a cabeça de Leopoldo. Paloma Rocha abriu uma discussão sobre como irão ficar as contratações interrompidas. Tereza garantiu que o que está em vias de ser contratado, contratado está, que nada será interrompido. A mudança que trará Roberto Faustino é a de arrumar na grade os diversos programas, a fim de que a grade propicie maiores audiências para estes programas. Mas em algum lugar da grade, o que está contratado, ou sendo contratado, entrará. Em várias ocasiões, Tereza havia dito que iria mudar o critério de admissibilidade de programas e filmes, que vinha sendo o QI, quem indicou. Chegou a citar programas comprados de Sílvio Tendler, o que foi rebatido pelo próprio Sílvio, que disse ter se tratado de material que só ele possua em seu acervo, e que no mundo da arte, a TV diversas vezes terá de contratar o artista, ou o único a ter a informação, ou o profissional de notório saber, e que isso não é favorecimento, mas uma procedimento que deve fazer parte dos critérios de seleção pública. A Lei 8666 inclusive prevê a inexigibilidade de licitação ou concurso. Se a TV quer filmes de Glauber, tem de procurar o Tempo Glauber, que detem os direitos, e não abrir uma concorrência ou edital. E a reunião depois retomou seu rumo de confraternização, terminando bem, com todos se abraçando. A TV Pública é possível, mas não podemos abrir mão de mexer no ARCABOUÇO LEGAL, para dar agilidade e maior autonomia, e principalmente para que seja regida por um Conselho Deliberativo formado por representantes da sociedade civil. Mas este tema fica para uma próxima reunião, porque não dá para discutir tudo de uma única vez. Fato é que esta ação parlamentar, coletiva, de busca dos parâmetros de uma TV pública nos moldes que a sociedade espera, independe da atuação dos atuais gestores da TV que existe. A eles temos dar nosso apoio, e com eles temos de estabelecer parcerias. Nosso objetivo primeiro é produzir e ver nossos produtos na telinha. Os que não se lixam para opinião pública e entidades, não têm de convocar reunião só depois de crise, ou de denúncias, nem largar o posto em que estão na TV com a palavra empenhada de que vão/iriam transformar a TV em TV pública intempestivamente. O ideal é que convoquem regularmente reuniões, e SE algo acontecer que os impeça de seguir adiante e cumprir a palavra empenhada publicamente, dizer numa destas reuniões com as entidades e lideranças O QUE está acontecendo, para dar uma chance à sociedade de ajudá-los a superar. Não é só dar atenção, mas é preciso ACREDITAR no poder do coletivo, e fazer uso dele. Bom, foi esta a pincelada que pude dar. Se alguém quiser acrescentar algo, ou me corrigir ou criticar, sinta-se à vontade. Grande Abraço, Marcos Manhães Marins Cinemabrasil.org.br Enviada por: Marcos Manhães Marins ENCONTRE OS PROFISSIONAIS: http://cinemabrasil.org.br/cadastro/ [a lista cinemabrasil tem 1802 assinantes neste momento] As listas cinemabrasil, cinema e roteiristas têm: 2683 assinaturas Estique seus pes, relaxe, e assista trailers e entrevistas "em tempo real" . TV-Net CinemaBrasil - http://cinemabrasil.org.br/tv-netbr.html ___________________________________________________________________________ . 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