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8º Congresso Brasileiro de Cinema
em Porto Alegre!
12 a 15 de Setembro de 2010



CLIQUE NA COBERTURA DIÁRIA DO CINEMA BRASIL LOGO ABAIXO:
Dia 12/09/2010
Dia 13/09/2010
Dia 14/09/2010
Dia 15/09/2010




PRIMEIRO DIA DO VIII CBC  - 12/09/2010

O primeiro dia do evento foi aberto com um discurso do anfitrião, 
Cícero Aragon, da Fundacine, que em seguida passou a palavra ao
Presidente do CBC, Rosemberg Cariri, que fez um discurso inspirado.
Rosemberg trouxe a figura dos macacos que ficam querendo pegar a
imagem deles espelhada na água, e diversas citações dos sábios e
filósofos, como "uma coisa é o dedo que aponta a lua, outra é a lua",
para em seguida proferir: "tentar segurar o mercado, é o mesmo que
tentar segurar a lua num reflexo d´água, porque o mercado não é
o Cinema mas um indicador do cinema." (algo mais ou menos assim,
depois pego o texto exato e o coloco aqui, pois estou falando de
cabeça). Rosemberg se referia ao fato de o sistema que hoje apóia
as produções audiovisuais e a distribuição destes embutir critérios
como "potencial de retorno financeiro" ou currículo de grandes
bilheterias nos últimos anos. Como, se o mercado de cinema no Brasil
é ocupado por 90% de filmes estrangeiros? Os dados oficiais da ANCINE
(agência nacional do cinema) revelam que no primeiro semestre de
2010, dez anos após o III CBC aqui também em Porto Alegre, nove anos
após a criação da ANCINE em 2001 (quando a ocupação era cerca de
10%), que agora em 2010 a ocupação é ainda de 10% (em termos de
ingressos vendidos) e 9% (em termos do faturamento dos nossos filmes
brasileiros em relação ao total de receita de filmes de qualquer país,
notadamente de filmes norte-americanos). O principal foco deste VIII CBC
deve ser romper com este PARADIGMA equivocado.
Na fala do ministro da cultura, Juca Ferreira, ele diz que os cineastas
"precisam parar de ter medo do mercado". Certamente não entendeu o 
poético recado de Rosemberg, representando ali a reinvidação de toda
a atividade audiovisual de produção independente. Não temos medo do
mercado. Com raríssimas excessões, todo cineasta faz seu filme pensando
no reconhecimento e na presença maciça do público nas salas de cinema.
O que se está dizendo é que o CRITÉRIO DO ESTADO não pode ser o mesmo
que o critério de empresas privadas. O Estado deve estimular a criação,
a coragem de quem escreve e filma situações brasileiras, para tornar
mais poderosos os cidadãos que assistem, para resgatar fatos de nossa
história, que às vezes, por CEM ANOS, ninguém ousou abordar.

Neste aspecto, o secretário do audiovisual, Newton Cannito, fez um
inovador discurso, justamente falando que o Estado precisa investir
nos criadores, libertar os artistas da obrigação de serem produtores
de si mesmos, gastando um tempo enorme, no qual poderiam estar lendo,
aguçando seu potencial criativo, e não de retorno financeiro, que
tem de ter alguém se dedicando a isso, mas não o artista. 

Coube a Manoel Rangel citar a presença de Marcos Manhães Marins na
platéia, um dos que estiveram no III CBC. Outros não citaram. Mas é 
assim mesmo. Muita gente. Rosemberg Cariri garantiu um artigo na
Revista de Cinema comemorativa dos 10 anos da entidade CBC, em que
revelo o processo de surgimento do CBC, com fontes, pessoas, que
atestam a importância do CinemaBrasil neste processo. 


NOTA 1: O primeiro ato foi todos cantarmos juntos o Hino Nacional. 

NOTA 2: Foram vistos poucos representantes da exibição e da distribuição.
Devem estar chegando. Afinal, eles reclamam de falta de diálogo, e esta
aqui do VIII CBC é uma oportunidade ímpar. Os que ainda não vieram,
não dêem "no-show", peguem suas passagens e venham. A festa está sendo
ótima!
 

Depois escrevo mais.


Abraços,
Marcos Manhães Marins
CINEMABRASIL

Veja a programação completa ao final 


Rosemberg Cariri discursa na abertura do VIII CBC


Platéia do VIII CBC

DISCURSO DE ABERTURA DO PRESIDENTE DO CBC : ---------------------------------------------------------------------

FALANDO DE SONHOS E DE OUTRAS COISAS CONCRETAS Rosemberg Cariry – presidente do CBC Senhoras e senhores, Antes de tudo, agradeço do fundo do meu coração a presença de cada um de vocês, pois nela vislumbro um ato simbólico que aponta o cinema e o audiovisual como potências em movimento, como forças vivas e transformadoras, que poderão colocar o Brasil, nas próximas décadas, no papel de agente positivo e transformador no imaginário do mundo. Muitos de nós aqui presentes encarnamos percursos já longos de ricas e múltiplas experiências de vida, trabalho e criação. Mas, a maioria dos que aqui estão são jovens, flexíveis e viçosos como os caniços que se curvam ao vento e se debruçam nas margens dos rios para beber da fonte renovadora da vida. Jovens que sabem que estes mesmos rios, pacientemente, cortam montanhas e desfazem a solidez das rochas, em busca do mar, porque todo rio nasce destinado ao mar. As palavras que aqui pronuncio não pretendem ser palavras de todo o povo do cinema. São palavras neste instante minhas que almejo oferecer ao coração e à boca do povo do cinema que somos e representamos, para com ele quem sabe reinventar o sonho. Acredito que tudo nos une neste congresso, porque me parece ser impossível separar os seres humanos quando eles sonham juntos. A partir desta noite, e durante mais três dias, teremos relatórios precisos, estudos verticais, análises econômicas, teses bem fundamentadas nas diversas ciências, números absolutos e relativos, análises estatísticas traduzidas em gráficos, relatórios e relações de investimentos e lucros. Aqui, no entanto, não tratarei ainda destas questões. Prefiro falar das coisas, permanentes e visíveis, buscando antes situá-las em outro plano de entendimento... Vou tratar de poesia, de esperanças e de sonhos que, como pedras em alicerces, não raro são o fundamento do mundo. Napoleão, na conquista do Egito, em 1798, teria dito: "Soldados! Do alto destas pirâmides, quarenta séculos de história nos contemplam!". Não sei se ele disse isto, mas poderia ter dito: "Soldados! Do alto destas pirâmides, em sua forma visível, desde tempos imemoriais, um arquétipo vos contempla". Afinal, antes dos faraós, dos engenheiros, dos construtores, dos matemáticos e dos cálculos abstratos, alguém tornou concreto o arquétipo da pirâmide, da representação do sagrado, que habitava a alma do homem. Bem antes dos engenheiros e dos blocos de pedras, a pirâmide foi sonhada por um profeta ou por um poeta que traduziu sua forma na musicalidade concreta de um poema. Sonhemos, pois, com a mesma acuidade com que sonharam os antigos que nos antecederam em todas as modernidades e pós-modernidades tardias. Os mestres budistas, que de bem no mundo possuíam uma túnica, um cajado e um prato, costumavam dizer: "Uma coisa é o dedo que aponta a lua e outra coisa é a lua". Sábios eram estes homens. É preciso não confundir o dedo com a lua, nem se iludir com a abstração da lua. Muitas vezes, confundimos o nosso cinema que aponta o mundo com o mundo, da mesma forma que os pequenos macacos muitas vezes se afogam tentando apanhar a miragem da lua refletida na água de um lago. Confundir cinema com mercado é confundir o dedo com a lua. O mercado pode ser importante, muito importante, mas o mercado não é o cinema. Fazer obras tendo como parâmetro exclusivo apenas o possível gosto de um mercado imaginado, em sua abstração conservadora, é se afogar tentando apanhar a miragem da lua refletida na água. O mercado não pode ser um fim em si mesmo, antes deve ser um meio para a realização do homem, da mesma forma que o dedo é um meio que aponta a beleza da lua. Precisamos talvez retomar o sentido mais profundo das palavras pichadas pelos jovens, nos muros de todo o mundo, em maio de 1968: "Sejamos realistas, queiramos o impossível". Há os que acreditam que o muro de Berlim, a queda do império Soviético ou a atual agonia dos impérios capitalistas foram coisas ditadas pelos mercados, pelas guerras e pelas economias globalizadas. Mas pode ser que as muralhas dos impérios tenham ruído e ainda estejam ruindo, por estarem muito distantes do espírito daquela frase pichada com tanta emoção nos muros de Paris, de Berlim, de Praga, do México, do Rio, de Juazeiro do Norte e de Teresina, uma frase que até hoje ressoa na memória de muitos de nós como um sonho abandonado. Por isso mesmo é que precisamos novamente da magia-esperança, da poesia-heresia, do cinema-rebeldia e da alquimia-sonho das palavras e do cinema. Desculpem-me, senhoras e senhores, mas me parece que o povo novo do cinema é exigente, quer muito mais do que o mercado. O povo novo do cinema quer o cinema como pedra filosofal, o ouro como energia espiritual concentrada, da qual falavam os alquimistas em seus sonhos experimentais. Para quem ainda não sabe, me arrisco a avisar: os alquimistas estão chegando, são artífices de todas as tecnologias e convergências digitais, têm entre quinze e trinta anos de idade: são brancos da classe média, são índios da periferia, são negros quilombolas nas favelas das metrópoles, são mulatos rebelados nos shoppings centers, são loiros dos sertões gerais, são caboclos das florestas, são sararás dos terreiros de macumba do planalto central... Um Brasil que se reinventa em cores e sonhos, em novas belezas e impossibilidades tornadas possíveis. O que aqui se reúne é uma nação diversa e unida, nestes tempos de pós-modernidades, em que o centro está em todos os lugares onde estão os homens e as mulheres em seus processos criativos. Senhoras e senhores, temos que reconhecer: só o sonho é real. Sejamos realistas, vamos restituir o sonho ao cinema brasileiro. Para Glauber Rocha, "O sonho é o único direito que não se pode proibir. (...) Uma obra de arte revolucionária deveria não só atuar de modo imediatamente político como também promover a especulação filosófica, criando uma estética do eterno movimento humano rumo à sua integração cósmica". (...) Para aquele grande pensador baiano, de Vitória da Conquista, a "Arte revolucionária deve ser uma mágica capaz de enfeitiçar o homem a tal ponto que ele não mais suporte viver nesta realidade absurda". Está escrito nas lendas mais antigas: o mundo nasceu de um sonho de Deus e de um pesadelo do diabo. Neste 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual, na numinosa cidade de Porto Alegre dos Povos das Sete Missões, peço a todos que façam comigo uma aliança para anunciar a retomada do sonho e, ao fazer isso, não nego que penso neste país, daqui a quinze ou trinta anos, como um dos mais importantes produtores de cinema e audiovisual do mundo, insisto em dizer. Esta destinação está calcada nas raízes da nossa própria formação histórica enquanto povo novo e culturalmente complexo. Percebendo a destituição das culturas originais, Paulo Emílio Sales Gomes, no ensaio "Cinema: Trajetória no subdesenvolvimento", afirma que, no Brasil, "nada nos é estrangeiro, pois tudo o é". Talvez aquele inspirado intelectual paulista se referisse à herança de humanidade que reinventamos a cada dia, como quem repara o necessário pão do espírito. Os cearenses chamaram este processo de Padaria Espiritual. Os modernistas paulistas de antropofagia, e o mineiro Darcy Ribeiro comparou o Brasil a uma Roma Tardia. O certo é que sendo Brasil somos o mundo. Tudo que o Brasil produz em termos de cultura é, ao mesmo tempo, brasileiro e universal, visto que nossa cultura é um encontro das principais vertentes culturais do mundo que se reinventam aqui sob um novo signo de grandeza e generosidade. Estamos aqui reunidos em nome desta grandeza e desta generosidade. Estamos aqui reunidos para revirar os sambaquis imaginários da nação brasileira, para afirmar a diversidade e a construção de caminhos comuns e consensos, dentro da nossa pluralidade. Caso alguém me pergunte o que é o Congresso Brasileiro de Cinema, eu direi: é um ritual de pajelança que acontece de dois em dois anos, para a gente se encontrar, guerrear e sonhar. Se é pelo sonho que estamos aqui reunidos, celebremos então a realidade de uma nação sonhada por Darcy Ribeiro, Glauber Rocha, Guimarães Rosa, Antonio Conselheiro, Pagu, Jorge Amado, Lina Bo Bardi, Mário Quintana, Portinari, Lula, Olga Benário, Patativa do Assaré, Chico Xavier, Villa Lobos, Bispo do Rosário, Gilberto Gil, Ariano Suassuna, Irmã Dulce, Chico Mendes, Juca de Oliveira... Uma nação que se faz da concretude de mil povos, de mil culturas, de mil etnias, de mil profecias e de mil utopias. Lembro aqui, sem medo de falar em vão, que os sonhos são mais poderosos do que as utopias, já que os sonhos são feitos com a matéria da vida. As utopias são geradas com a negação da vida, no aqui e agora, e trazem nos seus frutos as sementes das grandes tragédias e desventuras. Não sejamos utópicos. Sejamos sonhadores e com a matéria dos sonhos vamos construir a vida, vamos transformar o que nos couber neste mundo. Rodolfo Nanni, Galileu Garcia, aqui presentes, foram homens que sonharam e realizaram os primeiros congressos brasileiros de cinema, ainda na década de 50. Maurice Capovilla e Geraldo Sarno, guerreiros sobreviventes de todas as batalhas, poetas-morubixabas que ainda hoje trabalham, dos sertões do Ceará à floresta amazônica, ensinando os jovens a amar cinema para que depois possam fazer cinema. Sérgio Mamberti é o ator que transformou em cinema e espetáculos todos os nossos sonhos e devaneios. A estes homens, representando todos os cineastas e atores brasileiros, as nossas mais sinceras e profundas homenagens. Nada nasce ou acontece sem a graça de uma mulher. Aqui também temos a nossa graça e agradecemos a Dona Edina Fujii, aqui representando as mulheres do cinema, pelo seu desmedido esforço na realização deste evento. Cito ainda Myrna e Carlos Brandão, exemplos profundos de dedicação à pesquisa, preservação e restauração dos tesouros cinematográficos brasileiros. Ave! Por fim, gostaria de lembrar que temos a honra, neste congresso-congraçamento, de abstrações e concretudes, da presença de Nelson Pereira dos Santos, aqui representando o cinema e o povo brasileiro. Nelson Pereira não pôde vir, não está aqui, e por isto mesmo está mais presente do que se aqui estivesse. Meu caro Nelson Pereira dos Santos, nós agradecemos com grande carinho a sua presença em nossas almas e em nossos corações. Sendo você um cineasta do povo brasileiro, neste mesmo povo, você está contido. Ao entregarmos, simbolicamente, a condução do 8º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual ao povo novo do cinema, em verdade, é a você que o entregamos. Muito obrigado! Porto Alegre, 12 de setembro de 2010 -------------------------------------------

Clique abaixo para ir ao SITE DO CBC:
http://www.cbcinema.org.br

PROGRAMAÇÃO 8º CBC 12 de Setembro – DOMINGO 12h às 18h30 – Credenciamento 19h – Abertura 20h30 – Homenagem a Nelson Pereira do Santos – Presidente de Honra do 8 CBC 13 de Setembro – SEGUNDA-FEIRA Das 8h30 às 12h30 – Grupos de Trabalho GT 1: INFRA-ESTRUTURA e PRODUÇÃO GT 2: DISTRIBUIÇÃO / EXIBIÇÃO e DIFUSÃO CULTURAL GT 3: FORMAÇÃO / PESQUISA / PRESERVAÇÃO e CRÍTICA GT 4: TVs / NOVAS MÍDIAS e CONVERGÊNCIAS DIGITAIS GT 5: DIREITO AUTORAL / DIREITOS DO PÚBLICO e GESTÃO COLETIVA GT 6: POLÍTICAS PÚBLICAS / ARRANJOS PRODUTIVOS e AÇÕES ESTRATÉGICAS Almoço Das 14h30 às 16h30 - Grupos de Trabalho Das 17h00 às 19h00 – Painel de Abertura: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: FONTES e MODELOS DE FINANCIAMENTO MODERADOR: CÍCERO ARÁGON 20h30 – Jantar 14 de Setembro – TERÇA-FEIRA Das 8h30 às 10h30 – Painel 01: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: INFRAESTRUTURA e PRODUÇÃO MODERADOR: GERALDO VELOSO Das 11h00 às 13h00 – Painel 02: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: DISTRIBUIÇÃO, EXIBIÇÃO e DIFUSÃO CULTURAL MODERADOR: BETO RODRIGUES Almoço Das 14h30 às 16h30 – Painel 03: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: FORMAÇÃO, PESQUISA, PRESERVAÇÃO e CRÍTICA MODERADOR: CARLOS BRANDÃO Das 17h00 às 19h00 – Painel 04: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: TVs, NOVAS MÍDIAS e CONVERGÊNGIAS DIGITAIS MODERADOR: CHICO FAGANELLO 20h – Jantar 21h30 – Programação Cultural 15 de Setembro – QUARTA-FEIRA Das 8h30 às 10h30 – Painel 05: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: DIREITO AUTORAL, DIREITOS DO PÚBLICO e GESTÃO COLETIVA MODERADOR: JOÃO BAPTISTA PIMENTEL NETO Das 11h00 às 13h00 – Painel 06: O AUDIOVISUAL NO BRASIL HOJE: POLÍTICAS PÚBLICAS, ARRANJOS PRODUTIVOS e AÇÕES ESTRATÉGICAS MODERADOR: ROSEMBERG CARIRI Almoço Das 14h30 às 18h30 – PAINEL DE ENCERRAMENTO: Apresentação e aprovação das propostas do GTS E DAS RESOLUÇÕES FINAIS DO 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA E AUDIOVISUAL 19h00 – Solenidade de encerramento do 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA E AUDIOVISUAL 21h00 – Jantar de Confraternização Serviço 8º. Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual De 12 a 15 de setembro de 2010. Hotel Plaza São Rafael, Av. Alberto Bins, 514 Porto Alegre – RS www.cbcinema.org.br / culturadigital.br/cbcinema




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