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Especial DEZEMBRO 2005
VI CBC - um sucesso!
Congresso Brasileiro de Cinema
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Dia 07/12/2005
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TERCEIRO DIA DO VI CBC  - 09/12/2005


Plenária

PAINEL ALTERNATIVAS DE EXIBIÇÃO:


Emanoel Freitas é o organizador do Festival de Belém. A gente não sabe, mas
a única cidade do Pará, fora de Belem, que tem sala de cinema é Santarém. 
Emanoel Leva os equipamentos de até as ilhas de Belém e faz projeções lá.
Um projeto muito bonito.

Em Alagoas, Hermano Figueiredo, um cineclubista de longa data que se propôs
a levar o cinema ao povo, projeta filmes brasileiros em VELAS DE JANGADA.
Ao sofrer uma crítica de alguém da platéia, Hermano, sempre irreverente, 
disparou: "Aceito a sua provocação, como aceito sugestões e críticas, mas 
veja: primeiro as pessoas precisam ter acesso, e depois a gente começa a 
discutir a qualidade da exibição."

Na outra ponta, entrando com um pouco mais de tecnologia e qualidade (mas
ainda muito longe da qualidade de um filme 35mm), a RAIN já tem 80 salas
de digital (e-cinema na verdade, de no máximo 1 K, não é 2 ou 4 K que é
o compatível com a qualidade 35mm e o recomendado pelo grupo DCI americano).
Fábio Lima, um dos dois sócios fundadores (havia informação de que a MEGA
também teve ou tem participação, e que o software teria sido desenvolvido
pela Microsoft, mas desmentido), conta como esta rede de salas é interligada
por SATÉLITE, e quanto as distribuidoras têm de pagar por cada sessão pelo
uso do servidor da RAIN. Esclarece que não é uma distribuidora, só um servidor
que oferece o serviço de hospedar e transmitir via satélite os filmes. Diz
que já está operando também nos EUA (RAIN-US) com um parceiro 


A ABPI-TV tem um projeto setorial para diversificar a distribuição
e a exibição de produtos audiovisuais brasileiros, e também tem um convênio
com a APEX (do Ministério das Relações Exteriores) para a promoção de
audiovisuais brasileiros no exterior. Um exemplo  a ser seguido/expandido
para o todo o audiovisual brasileiro, inclusive o cinema independente.


À NOITE OS REPRESENTANTES DAS ENTIDADES FORAM DIVIDIDOS EM GRUPOS DE TRABALHO
Os grupos, como previsto no programa e regulamento, foram:
1 - Produção Independente e Formação de Público
2 - Pesquisa, Preservação e Crítica
3 - Ensino e Formação Profissional
4 - Infra-estrutura técnica
5 - Fomento
6 - Audiovisual, convergência tecnológica e mercado (fiquei nesse)

e foi criado um grupo pela Plenária:

7 - Representatividade do CBC

Um grupo informal composto por membros do Conselho Superior de Cinema
e do Conselho Consultor da SAV/MINC irão discutir as relações
institucionais do CBC com o Governo, para garantir a reativação do
CSC e indicar novos representantes tanto para o CSC como para o Conselho
da SAV, cujas gestões estão por terminar.

VEJAM ALGUMAS FOTOS DO TERCEIRO DIA:



Enquanto Hermano fala da exibição em Velas Fábio fala de satélite



Giba Assis Brasil fala da estrutura da Fundacine (que presidiu)



Marco Altberg contando sobre os projetos da ABPITV



Luiz Carlos Lacerda exige um grupo para discutir representatividade



Sílvio Da-rin lembra que o Conselho Superior de Cinema está inativo



José Araripe fala das diversas "raias" da grande piscina CTAV



Geraldo Moraes explica que nomes não importam, mas a reestruturação.




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